Sound Bytes #1: ACORDEM, NÃO HÁ FELICIDADE!
Publicado: Janeiro 28, 2012 Filed under: Desígnio 2.0, Felicidade, Sound Bytes | Tags: Desígnio 2.0, Felicidade, Sound Bytes Deixe um comentário »
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A Pergunta Última: Do Enraizamento Cósmico à Emergência Humana
Publicado: Janeiro 27, 2012 Filed under: Antropologia Filosófica, Educação, Filosofia, Teoria | Tags: Antropologia Filosófica, Educação, Filosofia, Teoria Deixe um comentário »Nós andamos desde o início da nossa história humana a tentar perceber quem somos. Deixo aqui mais um ensaio para, não para ajudar a perceber quem somos, mas para complicar essa procura. Para quem desejar ler A Pergunta Última: Do Enraizamento Cósmico à Emergência Humana, elaborado durante a minha formação em Filosofia, sobre a tutelagem do Prof. Anselmo Borges.
Quando articulamos a pergunta “Quem é o Homem? / O Que é o Homem?”, objecto da disciplina de Antropologia Filosófica, fazemo-la com o intuito de lhe dar uma resposta, porém, esta tarefa não se torna assim tão simples, e na verdade, a sua resposta, torna-se num labor de proporções quase épicas, isto porque a Antropologia Filosófica é uma tarefa sem fim.
Isto é bem explícito através do pequeno conto The Last Question (A Última Pergunta), de Issac Asimov, escritor de ficção científica do séc. XX. Asimov, escreve o primeiro parágrafo deste conto, de uma maneira algo profética: “A última pergunta foi feita pela primeira vez, em tom de brincadeira, no dia 21 de Maio de 2061, na altura em que a humanidade começou a dar os primeiros passos em direcção à luz.”. Se quisermos interpretar este primeiro parágrafo à luza da disciplina da Antropologia, poderíamos reflectir que a partir do momento em que o ser humano faz a pergunta, este fica equipado para uma viagem cujo caminho é de iluminação do seu ser, o de um olhar em reflexo para se compreender. Mas, para perceber melhor em que é que este conto nos pode ajudar a reflectir as noções correspondentes ao título deste ensaio, teremos de explicitar o conto de Asimov e perceber em que se baseia esta “última pergunta”.
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ALL HAIL OPTIMUS POPULARIS KEYBOARD!!
Publicado: Janeiro 25, 2012 Filed under: Design, Tecnologia, Uncategorized | Tags: Design, Tecnologia Deixe um comentário »Novo teclado do estúdio de design artlebedy, em que as teclas são displays personalizáveis.
via artlebedev.
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iBooks 2
Publicado: Janeiro 23, 2012 Filed under: Design, Design de Informação, iBooks 2, Informação, Ipad 2, Tecnologia | Tags: Design, Design de Informação, iBooks 2, Informação, Ipad 2, Tecnologia Deixe um comentário »Aqui está um movimento há muito esperado pela Apple: a entrada em força no mercado editorial digital. Desta feita, nos livros escolares.
Os designers, e não só, devem estar já a trabalhar nesta dimensão. Se não estão, deviam!
O design, nomeadamente o design gráfico, de comunicação e multimédia, está diretamente relacionado com a industria da publicação! Estas disciplinas devem, o mais cedo possível, entrar nesta onda! Devem aliar-se a editoras, a produtores de conteúdos, a qualquer pessoa, ou entidade, que queira vincular a sua própria mensagem de uma nova maneira. Trabalhar conjuntamente, e com estas novas ferramentas, direcionar a visão para o comércio da informação. Por isso mãos à obra!
P.S.: Vejam com mais atenção as soluções que a Apple apresenta aqui.
P.S.: Vejam aqui como se comporta um livro digital no Ipad.
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Desculpem, mas a Felicidade não existe!
Publicado: Janeiro 20, 2012 Filed under: Uncategorized Deixe um comentário »Com todas as problemáticas relacionadas com várias pressões atuais, nomeadamente de soluções, de perspetivas, e concretizações (pessoais ou materiais), moldadas com o tema da Crise, as pessoas vagueiam pela vida com uma sensação de viscosidade. Esta viscosidade reflete-se na sensação de que, seja para que lado uma pessoa se vire, tudo (frustrações, desejos e esperanças) vêm coladas connosco. Isto é compensado com a pressão social da procura da Felicidade que irá compensar as frustrações, desejos e esperanças que não conseguimos encetar.
Uma das maneiras de procurar a Felicidade é encontrar, e neste clima económico ainda mais, a profissão/emprego que a produza. Aliás, para muitos ter um emprego é já ter grande avanço no percurso em busca da Felicidade. Mas para quem estiver indeciso numa escolha, uma universidade americana organizou um estudo sobre que profissões apresentam uma ‘maior satisfação no emprego’ e quais profissões que promovem a ‘felicidade em geral’ (o quer que estas duas designações signifiquem).
Não me interessa as profissões em si, mas vale apenas verificar quais as características que elas subsumem: ajuda aos outros, especialização técnica ou científica, e criatividade.
Contudo, um dos problemas é saber se essas características são em conjunto ou separadas. E mais importante: se nos focássemos apenas nessas características, fosse num emprego ou em qualquer situação a pessoa se encontre, que tipo de experiência essa pessoa poderia produzir?
Deixo a pergunta no ar. Mas uma coisa garanto-vos, não seria a Felicidade, pois ela não existe!
P.S.: Podíamos mostrar este estudo às crianças para elas poderem decidir, com antecedência, qual a profissão que pretendem escolher e que lhes traga mais felicidade.
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Diagramas Lógicos
Publicado: Janeiro 18, 2012 Filed under: Design, Design de Informação, Diagramas Lógicos, Filosofia, Filosofia do Design | Tags: Design, Design de Informação, Diagramas Lógicos, Filosofia, Filosofia do Design Deixe um comentário »
Com todos os desenvolvimentos do Design de Informação, nomeadamente da Infografia, perde-se a noção do contexto da própria problemática entre imagem e pensamento. Assim por vezes passa despercebido essa utilização em campos que são ‘difíceis’ ou menos estimulantes para as outras pessoas, tal como é o campo do raciocínio, nomeadamente o raciocínio de cariz lógico. Foi neste âmbito que este pequeno ensaio, Diagramas Lógicos: A Importância Filosófica Dos Diagramas Na Lógica, foi elaborado, com a tutelagem do Prof. Doutor Henrique Jales.
Existe um debate filosófico contínuo sobre as capacidades imagéticas da mente (mental imagery), ou sobre a chamada capacidade de raciocínio visual, e o seu real poder sobre questões de raciocínio. Disciplinas como as Ciências Cognitivas (em especial o ramo da Psicologia Cognitiva, Psicologia Experimental, Psicologia da Gestalt) e na Filosofia da Mente debruçam-se no estudo daquilo que se pode chamar de imagem visual mental.
O problema da imagem mental nasce da ideia de que todos os seres humanos, têm de alguma forma, aquilo a que se pode chamar de experiência imagética; isto é particularmente visível na maneira como utilizamos na linguagem corrente expressões como: “estou a visualizar”, “tenho uma imagem na cabeça”, etc. É preciso historicamente situar que, até ao séc. XX, se pensava que estas imagens visuais mentais eram representações, cópias, ecos de experiências sensoriais passadas, ou visualizações de desejos, sonhos, isto é, de antecipações de futuras experiências, boas ou más; no entanto, esta ideia foi repudiada pelos círculos filosóficos e psicológicos. E foi com a era da psicologia Behaviorista, céptica da ideia de imagem mental, se não da sua existência, pelo menos da sua importância psicológica adoptou uma oposição, que resvalou para tanto psicólogos como filósofos, entrincheirando opiniões acerca desse tema, criando aquilo a que se designou de iconofobia [Thomas, 2005].
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Como poderá ser o novo livro digital
Publicado: Janeiro 14, 2012 Filed under: Design, Informação, Tecnologia, TED Talks | Tags: Design, Informação, Tecnologia, TED Talks 1 Comment »Super-Homem
Publicado: Janeiro 10, 2012 Filed under: Filosofia, Mitologia | Tags: dc comics, Filosofia, Mitologia, super homem Deixe um comentário »
No início deste ano, que parece querer levar a ‘crise’ ainda mais além do humanamente possível, deixo-vos aqui um ensaio sobre o mito do Super-Homem, elaborado durante a minha formação em Filosofia, sobre a tutelagem do Prof. Anselmo Borges.
O Super-Homem é, atualmente, o herói mais mediático (e mediatizado: esta personagem, da DC Comics, já apareceu com aventuras em rádio, filmes, séries de televisão e jogos de vídeo), e talvez por isso, a sua planificação de personagem se deva a uma excessiva prensagem da cultura da imagem. No entanto, o Super-Homem é uma personagem mítico-simbólica contemporânea muito forte, na qual a sua profundidade se esconde pela massificação e correspondente zeitgeist.
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